Casa Branca
Condutor perseguiu filhas de Obama e fez 'soar' alarmes
por Lusa, publicado por Luís Manuel Cabral
Sasha e Malia Obama
Fotografia © Jason Reed - Reuters
Um condutor que perseguiu a comitiva motorizada das filhas do Presidente
norte-americano, Barack Obama, junto à Casa Branca, fez 'soar' os
alarmes de segurança e obrigou ao bloqueio da residência presidencial
durante uma hora.
Cerca das 14:40 (23:40 de
terça-feira em Lisboa), um automóvel escuro que circulava próximo de um
controlo de acesso à Casa Branca, no cruzamento da rua 17 com a avenida
da Pensilvânia, tentou entrar na zona de exclusão de trânsito motorizado
em frente da residência.
Segundo os Serviços Secretos, encarregados da segurança presidencial, o veículo suspeito tentou entrar numa zona vedada seguindo a comitiva de Sasha e Malia Obama, as filhas do Presidente norte-americano.
Os agentes detiveram o condutor e inspecionaram o veículo para afastar quaisquer tipo de ameaças.
Os Serviços Secretos informaram, mais tarde, que o condutor foi identificado como sendo Mathew Evan Goldstei, de 55 anos, e que após o incidente foi transferido para uma esquadra de polícia da cidade sob a acusação de "entrada ilegal", refere a imprensa.
O condutor terá mostrado um passe de trabalho no Departamento de tesouro, cujo edifício é próximo da Casa Branca, mas ao qual não se acede pela via em causa.
Segundo os Serviços Secretos, encarregados da segurança presidencial, o veículo suspeito tentou entrar numa zona vedada seguindo a comitiva de Sasha e Malia Obama, as filhas do Presidente norte-americano.
Os agentes detiveram o condutor e inspecionaram o veículo para afastar quaisquer tipo de ameaças.
Os Serviços Secretos informaram, mais tarde, que o condutor foi identificado como sendo Mathew Evan Goldstei, de 55 anos, e que após o incidente foi transferido para uma esquadra de polícia da cidade sob a acusação de "entrada ilegal", refere a imprensa.
O condutor terá mostrado um passe de trabalho no Departamento de tesouro, cujo edifício é próximo da Casa Branca, mas ao qual não se acede pela via em causa.
O alerta de perigo colocou em campo toda a equipa de segurança e foi levantado cerca de uma hora depois.
Apesar da normalidade que 'reina' normalmente em frente da Casa Branca, onde centenas de turistas passam diariamente e onde uma discreta presença policial e dos Serviços Secretos vigia as imediações, este tipo de incidentes não são totalmente estranhos.
O mais grave acontece há cerca de seis meses, quando uma mulher de 34 anos, que viajava com a sua filha de 14 meses, embateu com o carro contra barreiras de acesso à Casa Branca e foi perseguida pela polícia até perto do Capitólio, onde morreu abatida por agentes da polícia apesar de não estar armada e de, aparentemente, não pretender atentar contra o Presidente.
A maioria dos casos de alerta na Casa Branca acaba, contudo, sem consequências graves.
COPIADO http://www.dn.pt
Apesar da normalidade que 'reina' normalmente em frente da Casa Branca, onde centenas de turistas passam diariamente e onde uma discreta presença policial e dos Serviços Secretos vigia as imediações, este tipo de incidentes não são totalmente estranhos.
O mais grave acontece há cerca de seis meses, quando uma mulher de 34 anos, que viajava com a sua filha de 14 meses, embateu com o carro contra barreiras de acesso à Casa Branca e foi perseguida pela polícia até perto do Capitólio, onde morreu abatida por agentes da polícia apesar de não estar armada e de, aparentemente, não pretender atentar contra o Presidente.
A maioria dos casos de alerta na Casa Branca acaba, contudo, sem consequências graves.
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