Hong Kong União Islâmica defende liberdade religiosa em Xinjiang
O secretário-geral
da União Islâmica de Hong Kong lamenta que na região de Xinjiang, de
maioria muçulmana, não se possa praticar a religião livremente, mas
sublinha que o recurso à violência nunca deve ser encorajado.
Mundo
Lusa
"Por mim, queria que houvesse mais liberdade para
praticar o Islão na China e também outras religiões", disse Rahmatullah
Mohamed Omar, em declarações à agência Lusa.
Questionado sobre se os problemas sentidos em Xinjiang são de natureza política ou religiosa, Omar respondeu que as duas realidades se sobrepõem.
"Eles sentem que são oprimidos, que não podem praticar a sua religião. Mas nunca encorajamos a violência", afirmou.
Em dezembro do ano passado, as autoridades de Urumqi, capital de Xinjiang, anunciaram que iam proibir o uso de burcas em locais públicos, para "combater a propagação do extremismo religioso", uma medida que surgiu depois de, em agosto, a cidade de Karamay ter proibido homens com barba e mulheres com véus de entrarem nos transportes públicos.
Em outubro, as escolas passaram a desencorajar práticas religiosas em casa e em julho, o imã da maior mesquita da China, localizada na região, foi assassinado.
Xinjiang tem sido palco de vários ataques violentos que causaram a morte de centenas de pessoas no ano passado.
copiado http://www.noticiasaominuto.com/mundo
Questionado sobre se os problemas sentidos em Xinjiang são de natureza política ou religiosa, Omar respondeu que as duas realidades se sobrepõem.
"Eles sentem que são oprimidos, que não podem praticar a sua religião. Mas nunca encorajamos a violência", afirmou.
Em dezembro do ano passado, as autoridades de Urumqi, capital de Xinjiang, anunciaram que iam proibir o uso de burcas em locais públicos, para "combater a propagação do extremismo religioso", uma medida que surgiu depois de, em agosto, a cidade de Karamay ter proibido homens com barba e mulheres com véus de entrarem nos transportes públicos.
Em outubro, as escolas passaram a desencorajar práticas religiosas em casa e em julho, o imã da maior mesquita da China, localizada na região, foi assassinado.
Xinjiang tem sido palco de vários ataques violentos que causaram a morte de centenas de pessoas no ano passado.
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