Presidente da Ucrânia dá anistia a quem entregar arma
Não haverá ação judicial; separatistas ocupam prédios em Donetsk e Lugansk.
10/04/2014 06h05 - Atualizado em 10/04/2014 06h23
Presidente ucraniano promete anistia caso militantes entreguem armas
Olexander Turchynov garantiu que não fará nenhuma ação judicial.
Separatistas ocupam prédios em Donetsk e Lugansk.
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Os militantes pró-Moscou entrincheirados em prédios públicos no leste da Ucrânia
receberão anistia caso entreguem as armas e liberem os edifícios
administrativos ocupados, prometeu o presidente interino da Ucrânia,
Olexander Turchynov.
Separatistas pró-Moscou ocupam edifícios administrativos em Donetsk e Lugansk, duas cidades de língua russa do leste do país.
Turchynov respondeu desta maneira à lei de anistia proposta na quarta-feira por um deputado do Partido das Regiões, o movimento do presidente destituído Viktor Yanukovytch.
"Não precisamos de uma lei, podemos solucionar o problema hoje", afirmou o presidente interino.
Na quarta-feira à noite, o vice-primeiro-ministro Vitali Yarema, enviado a Donetsk para tentar resolver a crise, disse que esperava um "consenso" nesta quinta-feira para acabar com os quatro dias de cerco aos prédios da administração regional nesta cidade.
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"Se as pessoas entregarem as armas e liberarem os edifícios
administrativos, garantimos que não teremos nenhuma ação judicial. Estou
disposto a assinar um decreto presidencial neste sentido", disse
Turchynov no Parlamento.Separatistas pró-Moscou ocupam edifícios administrativos em Donetsk e Lugansk, duas cidades de língua russa do leste do país.
Turchynov respondeu desta maneira à lei de anistia proposta na quarta-feira por um deputado do Partido das Regiões, o movimento do presidente destituído Viktor Yanukovytch.
"Não precisamos de uma lei, podemos solucionar o problema hoje", afirmou o presidente interino.
Na quarta-feira à noite, o vice-primeiro-ministro Vitali Yarema, enviado a Donetsk para tentar resolver a crise, disse que esperava um "consenso" nesta quinta-feira para acabar com os quatro dias de cerco aos prédios da administração regional nesta cidade.
COPIADO http://g1.globo.com/mundo
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