16:36 - 16 de Novembro de 2014
Em entrevista à cadeia norte-americana de televisão CBS, o
líder israelita disse que "apoia o presidente [Barack] Obama para
chefiar a coligação" internacional anti-jihadistas.
"Devemos lutar contra o EI, ele deve ser derrotado e pode ser derrotado", insistiu Netanyahu, no dia em que o grupo ultrarradical reivindicou a execução, por decapitação, do refém norte-americano Peter Kassig, num vídeo "online". Natanyahu assegurou que Israel está "a cooperar totalmente com os Estados Unidos" e são partilhadas "todas as informações que devem ser trocadas".
"O Médio Oriente está inundado com militantes islâmicos, militantes islâmicos liderados pela al-Qaida e o EI, do lado sunita. E militantes islamitas liderados pelo Irão e pelo Hezbollah do lado xiita. Nós queremos que estes dois lados percam", disse.
"A última coisa que queremos é que um deles receba armas de destruição em massa (...). Imagine o que o Irão faria se tivesse armas nucleares", acrescentou.
O Irão, inimigo de Israel, e o grupo "5+1" (Estados Unidos, China, Rússia, França, Reino Unido e Alemanha) concluíram, sob pressão, esta semana, em Viena, uma negociação que poderia ter levado a um acordo histórico sobre o programa nuclear de Teerão.
Israel já advertiu os Estados Unidos contra os riscos de um acordo com Teerão, o que colocaria o Irão à beira da energia nuclear.
"O Irão não é vosso aliado. O Irão não é vosso amigo. O Irão é vosso inimigo. Não é o vosso parceiro. O Irão está comprometido com a destruição de Israel", insistiu Netanyahu hoje de manhã, na CBS, dirigindo-se aos EUA e a toda a comunidade internacional.
Copiado http://www.noticiasaominuto.com/
Israel apoia os
Estados Unidos na luta contra o Estado Islâmico (EI), afirmou hoje o
primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, advertindo também a
comunidade internacional contra a "ingenuidade" de permitir ao Irão o
acesso a armas nucleares.
Mundo
Lusa
16:36 - 16 de Novembro de 2014 | Por Lusa
"Devemos lutar contra o EI, ele deve ser derrotado e pode ser derrotado", insistiu Netanyahu, no dia em que o grupo ultrarradical reivindicou a execução, por decapitação, do refém norte-americano Peter Kassig, num vídeo "online". Natanyahu assegurou que Israel está "a cooperar totalmente com os Estados Unidos" e são partilhadas "todas as informações que devem ser trocadas".
"O Médio Oriente está inundado com militantes islâmicos, militantes islâmicos liderados pela al-Qaida e o EI, do lado sunita. E militantes islamitas liderados pelo Irão e pelo Hezbollah do lado xiita. Nós queremos que estes dois lados percam", disse.
"A última coisa que queremos é que um deles receba armas de destruição em massa (...). Imagine o que o Irão faria se tivesse armas nucleares", acrescentou.
O Irão, inimigo de Israel, e o grupo "5+1" (Estados Unidos, China, Rússia, França, Reino Unido e Alemanha) concluíram, sob pressão, esta semana, em Viena, uma negociação que poderia ter levado a um acordo histórico sobre o programa nuclear de Teerão.
Israel já advertiu os Estados Unidos contra os riscos de um acordo com Teerão, o que colocaria o Irão à beira da energia nuclear.
"O Irão não é vosso aliado. O Irão não é vosso amigo. O Irão é vosso inimigo. Não é o vosso parceiro. O Irão está comprometido com a destruição de Israel", insistiu Netanyahu hoje de manhã, na CBS, dirigindo-se aos EUA e a toda a comunidade internacional.
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