PML relata inútil resistência do PT a Joaquim Levy Leia aqui a íntegra

PML relata inútil resistência do PT a Joaquim Levy

Agência Brasil:
Nome do ex-secretário do Tesouro na nova equipe econômica da presidente Dilma "irá gerar reações dentro do PT", afirma Paulo Moreira Leite, diretor do 247 em Brasília; parcela ponderável de dirigentes do partido teme que "sua presença seja sinal de que o governo pretenda realizar um ajuste muito mais doloroso do que se anunciou na campanha", explica o colunista; escolha, em sua avaliação, "representa uma nova versão da estratégia de Lula e Dilma para enfrentar as fraquezas do crescimento econômico"; PML diz que oficialização dos nomes, prevista para ontem, vai acontecer apenas na próxima quinta-feira, à espera da aprovação da mudança no cálculo do superávit primário; leia a íntegra
22 de Novembro de 2014 às 07:29

247 – Do trio que deve compor a equipe econômica da presidente Dilma Rousseff, Joaquim Levy, dado como certo para o ministério da Fazenda, "é a única novidade real" e sua escolha "irá gerar reações dentro do PT", afirma Paulo Moreira Leite, diretor do 247 em Brasília.
Em nova nota em seu blog, o colunista lembra que, como secretário do Tesouro do governo Lula, Levy "fez fama como um administrador severo dos gastos do governo". Existe o temor, "junto a uma parcela ponderável de dirigentes do Partido dos Trabalhadores, que sua presença seja sinal de que o governo pretenda realizar um ajuste muito mais doloroso do que se anunciou na campanha presidencial, inclusive como contraponto a Aécio Neves", complementa.
O jornalista ressalta que Levy, embora acusado, quando secretário do Tesouro, de cortar mais despesas do que necessário, nunca deixou de assegurar os recursos para o programa Bolsa Família. "Sua escolha irá gerar reações dentro do PT mas representa uma nova versão da estratégia de Lula e Dilma para enfrentar as fraquezas do crescimento econômico", opina PML.
O colunista noticia que a oficialização dos nomes pelo governo, que era esperada para ontem, acontecerá apenas na próxima quinta-feira. Por um motivo, segundo ele, "que interessa tanto à presidente Dilma como aos convidados para formar a nova equipe": a aprovação, no Congresso, do projeto que altera o cálculo do superávit primário. A intenção é não jogar a equipe "no meio da batalha", desgastando o novo time com um tema contraditório.
Leia aqui a íntegra da coluna de Paulo Moreira Leite.

 copiado  http://www.brasil247.com/pt/

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