Ucrânia NATO alerta para "reforço militar muito grave" no leste
A NATO alertou hoje
para "um reforço militar muito grave" de ambos os lados da fronteira
entre o leste da Ucrânia e a Rússia, onde detetou a presença de tropas,
equipamentos e unidades de artilharia.
Mundo
Lusa
"A Rússia continua a desestabilizar a Ucrânia", acusou o
secretário-geral da Aliança Atlântica, Jens Stoltenberg, à chegada a uma
reunião com os ministros da Defesa da União Europeia (UE) em Bruxelas.
"A Rússia tem uma escolha: ou participa numa solução de paz negociada ou continua numa via que vai levar ao seu isolamento", advertiu. Stoltenberg, que já na semana passada confirmou o aumento da presença militar russa no leste da Ucrânia, afirmou que a NATO detetou "movimentos de tropas, de equipamentos, de tanques, de artilharia e de sistemas de defesa antiaérea modernos", num "reforço militar muito grave" de ambos os lados da fronteira.
Esse reforço, sublinhou, foi não só constatado pela NATO como por "outras fontes independentes", incluindo os observadores da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE).
"É uma violação do acordo de cessar-fogo e apelamos à Rússia para que retire as suas forças do leste da Ucrânia e respeite o acordo de Minsk", assinado em setembro entre as autoridades ucranianas e os separatistas pró-russos e que prevê uma trégua e negociações de paz.
copiado http://www.noticiasaominuto.com/mundo
"A Rússia tem uma escolha: ou participa numa solução de paz negociada ou continua numa via que vai levar ao seu isolamento", advertiu. Stoltenberg, que já na semana passada confirmou o aumento da presença militar russa no leste da Ucrânia, afirmou que a NATO detetou "movimentos de tropas, de equipamentos, de tanques, de artilharia e de sistemas de defesa antiaérea modernos", num "reforço militar muito grave" de ambos os lados da fronteira.
Esse reforço, sublinhou, foi não só constatado pela NATO como por "outras fontes independentes", incluindo os observadores da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE).
"É uma violação do acordo de cessar-fogo e apelamos à Rússia para que retire as suas forças do leste da Ucrânia e respeite o acordo de Minsk", assinado em setembro entre as autoridades ucranianas e os separatistas pró-russos e que prevê uma trégua e negociações de paz.
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