Gilmar diz temer criação de 'laranjal' na política
“Se nós adotarmos um modelo de doações privadas de pessoas físicas com teto relativamente alto, muito provavelmente vamos ter um sistema laranjal implantado. É razoável isso? Estamos querendo depurar o sistema e vamos institucionalizar o caixa 2?”.
Em entrevista ao ‘Estado de S. Paulo’, ele afirma que ‘partidos que dispõem de acesso à máquina governamental vão ter acesso a lista de nomes, aos CPFs e vão poder produzir doações’. E sinaliza que quer deixar doações só de empresas.
Gilmar defende ainda seu pedido de vista que adiou em mais de um ano a decisão do STF sobre a questão. Segundo ele, hoje se sabe muito mais do que na época: “Não sabíamos que determinadas forças políticas tinham 3% de cada contrato da Petrobras, que já é um verdadeiro financiamento público, só que de uma forma heterodoxa”. Diz ainda que a votação parada por seu pedido de vista foi prejudicada pela votação da Câmara (leia mais).
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