Entrada do ex-presidente Lula no governo Dilma Rousseff, para assumir
a Secretaria de Governo ou a Casa Civil, deve ser anunciada a qualquer
momento; Lula teria por missão coordenar um plano para "reinjetar um
ânimo nacional, com recuperação rápida do emprego"; uma "guinada à
esquerda" estaria descartada para não comprometer as diretrizes fiscais
apresentadas em fevereiro pelo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa; no
entanto, deverá excluir a reforma da Previdência Social; Lula prevê a
destinação de mais recursos ao programa Minha Casa Minha Vida e ao
Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), além da ampliação do
crédito para a construção civil; ele deve ainda levar para o Banco
Central Henrique Meirelles, no lugar de Alexandre Tombini; ele, que já
comandou a instituição, chegou a ser cogitado para ocupar o ministério
da Fazenda, no lugar do ex-ministro Joaquim Levy
A presidente Dilma Rousseff pode anunciar a qualquer momento a
entrada do ex-presidente Lula em seu governo. Lula deve assumir a
Secretaria de Governo ou a Casa Civil, com a missão de coordenar um
plano para "reinjetar um ânimo nacional, com recuperação rápida do
emprego".
Uma "guinada à esquerda" estaria descartada, segundo reportagem de Ribamar Oliveira,
para não comprometer as diretrizes fiscais apresentadas em fevereiro
pelo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa. No entanto, ele deverá excluir
a reforma da Previdência Social.
Lula prevê a destinação de mais recursos ao programa Minha Casa Minha
Vida e ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Também estuda a
ampliação do crédito para a construção civil.
O ex-presidente pode ainda trazer Henrique Meirelles para o Banco
Central, no lugar de Alexandre Tombini. Meirelles, que já comandou a
instituição, chegou a ser cogitado para ocupar o ministério da Fazenda,
no lugar do ex-ministro Joaquim Levy.
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