UE diz que "não há espaço" para uma intervenção do bloco sobre a Catalunha
"Não há espaço para intervenções da UE aqui", declarou Tusk em uma entrevista coletiva durante o Conselho Europeu que acontece entre hoje e amanhã em Bruxelas, na Bélgica, em que a situação na Catalunha não figura na agenda, apesar das referências que alguns líderes fizeram sobre o assunto fora da sessão.
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Guarda Civil investiga polícia catalã por atuação no referendo
Nesse
dia, os Mossos d'Esquadra, nome oficial da polícia regional, tinham
a responsabilidade de lacrar as sedes eleitorais e requisitar as
urnas e cédulas que deveriam ser utilizadas na consulta em
cumprimento de um mandato judicial, uma atuação que foi
questionada.
EFEBarcelona
(Espanha)19 out 2017
Os
guardas civis solicitaram as gravações do posto telefônico de
comunicações na área durante 1º de outubro, entre outros
documentos, segundo informaram à Agência Efe fontes da
investigação.
A
Guarda Civil (corpo policial de âmbito estatal) chegou à delegacia
em Lérida dois dias após ter entrado no edifício do serviço de
emergências do governo regional catalão em Reus na busca por fitas
das comunicações internas dos Mossos.
Neste
caso atuaram por ordem de um juizado de Tarragona no marco de uma
investigação sobre sua suposta passividade para impedir a votação.
O
responsável dos Mossos, Josep Lluís Trapero, e uma de seus
principais tenentes estão sendo investigados pela Audiência
Nacional espanhola por um suposto delito de insurreição.
A
Guarda Civil também apresentou à Justiça um relatório adicional
sobre a atuação dos Mossos em 1º de outubro, e a situação
criada em numerosos colégios eleitorais.
A
ausência dos Mossos ou seu escasso contingente demandou a presença
da polícia espanhola e da Guarda Civil e em vários pontos e
ocorreram confrontos entre policiais e pessoas que tinham
comparecido a esses centros para tentar votar na consulta.
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