15:35 - 05 de Novembro de 2014
O número de
estudantes do ensino superior em Moçambique aumentou 46.823, de 2010
para 2013, passando para 128.073 atualmente, divulgou hoje o ministro da
Educação de Moçambique, Augusto Jone, citando dados do seu pelouro.
Mundo
Lusa
Falando num encontro do Conselho do Ensino Superior,
Augusto Jone afirmou que o país conta actualmente com 48 instituições de
ensino superior, incluindo 17 públicas e 21 privadas.
"O maior desafio de momento continua a ser a qualidade do ensino superior e o nosso apelo é que devemos continuar a lutar para garantirmos que o nosso ensino superior seja relevante e de qualidade", declarou o ministro moçambicano da educação. Para assegurar um ensino superior de qualidade, defendeu Augusto Jone, os cursos leccionados devem ser sujeitos a métodos de medição e avaliação de qualidade fiáveis, através de instrumentos dos próprios estabelecimentos de ensino e por via de órgãos externos.
"Temos de procurar, de forma constante, medir a qualidade dos diversos cursos oferecidos pelas nossas instituições de ensino superior, quer através da avaliação no processo ou fora dele, quer pelo próprio estabelecimento de ensino ou órgãos externos e, ainda, pela análise da relevância dos seus conteúdos", advogou Augusto Jone.
Apesar de reconhecer a necessidade de aperfeiçoamento da qualidade do ensino superior, o ministro da Educação alertou para o risco de a pressão sobre as universidades poder prejudicar "a excelência académica" e promover a burocratização das instituições do ensino superior.
"Não podemos correr o risco de pressionar as instituições do ensino superior de tal forma que elas se tornem mais um sector burocrático do que um centro de excelência académica", realçou Augusto Jone.
copiado http://www.noticiasaominuto.com/
"O maior desafio de momento continua a ser a qualidade do ensino superior e o nosso apelo é que devemos continuar a lutar para garantirmos que o nosso ensino superior seja relevante e de qualidade", declarou o ministro moçambicano da educação. Para assegurar um ensino superior de qualidade, defendeu Augusto Jone, os cursos leccionados devem ser sujeitos a métodos de medição e avaliação de qualidade fiáveis, através de instrumentos dos próprios estabelecimentos de ensino e por via de órgãos externos.
"Temos de procurar, de forma constante, medir a qualidade dos diversos cursos oferecidos pelas nossas instituições de ensino superior, quer através da avaliação no processo ou fora dele, quer pelo próprio estabelecimento de ensino ou órgãos externos e, ainda, pela análise da relevância dos seus conteúdos", advogou Augusto Jone.
Apesar de reconhecer a necessidade de aperfeiçoamento da qualidade do ensino superior, o ministro da Educação alertou para o risco de a pressão sobre as universidades poder prejudicar "a excelência académica" e promover a burocratização das instituições do ensino superior.
"Não podemos correr o risco de pressionar as instituições do ensino superior de tal forma que elas se tornem mais um sector burocrático do que um centro de excelência académica", realçou Augusto Jone.
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