O Instituto
Nacional de Tecnologia Aeroespacial (INTA), de Espanha, retirou hoje
temporariamente a autorização de voo aos aviões de transporte militar
A400M da empresa Airbus, enquanto são investigadas as causas do acidente
ocorrido no sábado em Sevilha.
Mundo
Reuters
Quatro funcionários da Airbus morreram no sábado e outros
dois ficaram feridos na queda de um avião, num descampado a norte do
aeroporto de Sevilha, que estava a ser testado e tinha como destino um
cliente na Turquia.
O primeiro voo de teste após o acidente, programado antes da retirada
da autorização de voo, partiu às 13:00 de hoje de Toulouse, em França, e
aterrou pouco depois das 16:30 no aeroporto San Pablo, em Sevilha, com o
principal responsável do programa, o espanhol Fernando Alonso, a bordo.
O ministro da Defesa espanhol, Pedro Morenés, que irá marcar presença no funeral das quatro vítimas do primeiro acidente mortal com um A400M, anunciou que o INTA retirou temporariamente a autorização de voo a todos os aviões em fase de montagem, até que se esclareçam as causas do acidente.
"É evidente que, por questões de precaução e até que o resultado da investigação seja conhecido, não convém que os aviões em produção possam voar sem se saber o que aconteceu, e isto é uma razão de prudência objetiva, não quer dizer que saibamos de algo do que se passou com o avião", afirmou.
Um porta-voz da Airbus adiantou à agência EFE, em Paris, que este ano a empresa entregou dois A400M, um no Reino Unido e outro na Malásia, e assegurou estar prevista a entrega de mais doze até ao final do ano.
"O planeamento é o mesmo" que se seguia antes do acidente de sábado, referiu o porta-voz, recordando que atualmente há 20 A400M em várias fases de montagem na fábrica em Sevilha.
copiado http://www.noticiasaominuto.com/
O ministro da Defesa espanhol, Pedro Morenés, que irá marcar presença no funeral das quatro vítimas do primeiro acidente mortal com um A400M, anunciou que o INTA retirou temporariamente a autorização de voo a todos os aviões em fase de montagem, até que se esclareçam as causas do acidente.
"É evidente que, por questões de precaução e até que o resultado da investigação seja conhecido, não convém que os aviões em produção possam voar sem se saber o que aconteceu, e isto é uma razão de prudência objetiva, não quer dizer que saibamos de algo do que se passou com o avião", afirmou.
Um porta-voz da Airbus adiantou à agência EFE, em Paris, que este ano a empresa entregou dois A400M, um no Reino Unido e outro na Malásia, e assegurou estar prevista a entrega de mais doze até ao final do ano.
"O planeamento é o mesmo" que se seguia antes do acidente de sábado, referiu o porta-voz, recordando que atualmente há 20 A400M em várias fases de montagem na fábrica em Sevilha.
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