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Dilma procura apoios com movimentos sociais e membros da coligação
A Presidente brasileira Dilma Rousseff agendou para esta semana reuniões com movimentos sociais e membros da coligação de Governo à procura de apoio para combater a crise política que se instala no país.
Lusa
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Os encontros com membros de outros partidos da coligação de
Governo foram idealizados na noite de domingo, durante uma reunião da
Presidente com 13 ministros, o vice-presidente, Michel Temer, e líderes
do Partido dos Trabalhadores (PT, de centro-esquerda), no Legislativo.
A intenção do Governo é recompor a base de apoios no Legislativo para
evitar derrotas em importantes votações nas próximas semanas, incluindo
temas ligados a impactos fiscais, à reforma política, à aprovação das
contas do Governo de Rousseff e até a um eventual processo de
'impeachment' (afastamento compulsivo do cargo).
Citado pelo portal de notícias G1, o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, afirmou que a Presidente irá receber também representantes de partidos da coligação que anunciaram na semana passada que passariam a votar de forma independente ao Governo.
"Estamos a reconhecer que há dificuldades políticas, mas acreditamos que elas serão superadas com diálogo", afirmou o ministro.
Já os encontros com líderes de movimentos sociais são uma reação ao protesto contra Rousseff marcado em várias cidades brasileiras para o próximo domingo, dia 16.
Na terça-feira, a Presidente terá um encontro com a Marcha das Margaridas, de trabalhadoras rurais, e, na quinta-feira, com a União Nacional dos Estudantes e com o Movimento Sem Terra, segundo a Folha de São Paulo.
O encontro com os grupos que costumam apoiar o PT pode combater as críticas que afirmam que Rousseff não recebe e dialoga pouco com esses setores.
copiado http://www.noticiasaominuto.com
Citado pelo portal de notícias G1, o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, afirmou que a Presidente irá receber também representantes de partidos da coligação que anunciaram na semana passada que passariam a votar de forma independente ao Governo.
"Estamos a reconhecer que há dificuldades políticas, mas acreditamos que elas serão superadas com diálogo", afirmou o ministro.
Já os encontros com líderes de movimentos sociais são uma reação ao protesto contra Rousseff marcado em várias cidades brasileiras para o próximo domingo, dia 16.
Na terça-feira, a Presidente terá um encontro com a Marcha das Margaridas, de trabalhadoras rurais, e, na quinta-feira, com a União Nacional dos Estudantes e com o Movimento Sem Terra, segundo a Folha de São Paulo.
O encontro com os grupos que costumam apoiar o PT pode combater as críticas que afirmam que Rousseff não recebe e dialoga pouco com esses setores.
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