Meirelles empurra “retomada” mais para frente e deseja Feliz Natal, mas em 2017. Previdência: o povo não merece pagar o pato. Por Paulo Paim Vox: Temer tem 8% de aprovação; 87% rejeitam reforma da Previdência


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Meirelles empurra “retomada” mais para frente e deseja Feliz Natal, mas em 2017.

“Não estamos contando com alta do PIB no 1º tri, diz  Henrique Meirelles na Folha, dizendo que “garantido”, mesmo é um crescimento do PIB no último trimestre de 2017 que, segundo ele, vai ser...
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Não estamos contando com alta do PIB no 1º tri, diz  Henrique Meirelles na Folha, dizendo que “garantido”, mesmo é um crescimento do PIB no último trimestre de 2017 que, segundo ele, vai ser 2% acima do trimestre que encerra este 2016.
Além de um inacreditável exercício de futurologia para alguém que , não faz muito, previa crescimento já para o final deste ano, existe dois dados reais e concretos que fazem o Ministro produzir este tipo de declaração.
O primeiro é político, uma espécie de “vacina” para maus resultados já previstos, numa situação em que ele está, por todos os lados, acossado e, comparado com o que seria há seis meses, dar-lhe o bilhete azul não abalaria mais de morte o tal “mercado”.
O segundo é econômico. Porque há duas maneiras – inclusive de forma conjugada – de o PIB do 4° tri de 2017 ficar em 2% maior que o de 2016.
Uma é a economia futura melhorar. Outra é a presente piorar, fornecendo uma base de comparação muito deprimida.
A primeira parte, depende de muita coisa, inclusive da experiência Trump, que começa em um mês.
A segunda, parece que dá sinais de que está garantida.
A Fundação Getúlio Vargas divulgou hoje a prévia de sua Sondagem Industrial.
O nível de utilização do parque industrial é o menor desde que a FGV passou a fazer esta medição, já dessazonalizado. Isto é, considerando as características do mês em relação a outros.
O índice de satisfação atual dos industriais caiu 3,7% em relação a outubro. As expectativas – últimas que morrem – para o futuro, 1,9%.
Há ainda uma outra hipótese, mais provável, que o Ministro da Fazenda do final de 2017 não ter de  explicar a frustração do tal crescimento de 2%. É este ministro não ser mais Henrique Meirelles.
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Previdência: o povo não merece pagar o pato. Por Paulo Paim

Do senador gaúcho Paulo Paim, hoje, no Jornal do Brasil: Todos os governos que foram eleitos após a redemocratização tentaram reformar a Previdência Social com a alegação de que ela é deficitária e a..
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Não estamos contando com alta do PIB no 1º tri, diz  Henrique Meirelles na Folha, dizendo que “garantido”, mesmo é um crescimento do PIB no último trimestre de 2017 que, segundo ele, vai ser 2% acima do trimestre que encerra este 2016.
Além de um inacreditável exercício de futurologia para alguém que , não faz muito, previa crescimento já para o final deste ano, existe dois dados reais e concretos que fazem o Ministro produzir este tipo de declaração.
O primeiro é político, uma espécie de “vacina” para maus resultados já previstos, numa situação em que ele está, por todos os lados, acossado e, comparado com o que seria há seis meses, dar-lhe o bilhete azul não abalaria mais de morte o tal “mercado”.
O segundo é econômico. Porque há duas maneiras – inclusive de forma conjugada – de o PIB do 4° tri de 2017 ficar em 2% maior que o de 2016.
Uma é a economia futura melhorar. Outra é a presente piorar, fornecendo uma base de comparação muito deprimida.
A primeira parte, depende de muita coisa, inclusive da experiência Trump, que começa em um mês.
A segunda, parece que dá sinais de que está garantida.
A Fundação Getúlio Vargas divulgou hoje a prévia de sua Sondagem Industrial.
O nível de utilização do parque industrial é o menor desde que a FGV passou a fazer esta medição, já dessazonalizado. Isto é, considerando as características do mês em relação a outros.
O índice de satisfação atual dos industriais caiu 3,7% em relação a outubro. As expectativas – últimas que morrem – para o futuro, 1,9%.
Há ainda uma outra hipótese, mais provável, que o Ministro da Fazenda do final de 2017 não ter de  explicar a frustração do tal crescimento de 2%. É este ministro não ser mais Henrique Meirelles.

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Vox: Temer tem 8% de aprovação; 87% rejeitam reforma da Previdência

  Primeira pesquisa realizada após o anúncio da proposta do Governo Temer para a reforma da Previdência (Datafolha e CNI Ibope tiverem coleta de dados anterior a ele) o levantamento da Vox Populi, feito...

oitotemera
Primeira pesquisa realizada após o anúncio da proposta do Governo Temer para a reforma da Previdência (Datafolha e CNI Ibope tiverem coleta de dados anterior a ele) o levantamento da Vox Populi, feito para CUT, mostra que a situação do ocupante da presidência passou de péssima para desastrosa.
O gráfico aí de cima mostra o afundamento do já pouco prestígio do “homem que ia unir o país”.Só oito em cada cem brasileiros consideram seu governo ótimo ou bom, contra 55 que o acham ruim ou péssimo. Se fossemos traduzir num placar, daria o fatídico 7 a 1.
Quem examinar o gráfico, não estranhe os dados pré-impeachment: é que a Vox perguntava antes se o entrevistado sabia alguma coisa sobre ele ou não e, se sabia, se a opinião sobre ele era  ótima, boa, regular, ruim ou péssima.
oitotemer1O impacto da reforma da previdência, antes só suspeitada, piorou com a divulgação das medidas concretas.
Nada  menos que 87% dos entrevistados discorda da ideia de que as pessoas possam se aposentar apenas aos 65 anos e com pelo menos 25 anos de contribuição. Só 8% concordam.
Um placar acachapante para uma proposta que precisa de 60 % dos votos do Congresso para ser aprovada
A pesquisa, talvez para não passar de 100%, não pergunta sobre os 49 anos de contribuição para não ter desconto nos proventos…
oitotemer2Outro ponto interessante para os que foram às ruas derrubar Dilma Rousseff em nome do combate à corrupção é que, hoje, a metade dos brasileiros (49%) acredita que a punição aos desvios de dinheiro na administração pública brasileira. Há um mês atrás, eram 30%.
Na abertura dos dados por renda, escolaridade e região, a queda de Temer é generalizada em todos os segmentos, sendo um pouco menos estrepitosa entre os que ganham mais de 5 salários-mínimos, seu melhor resultado. Ainda assim, como você vê nos gráficos que publico ao final do post, números muito ruins: 9% de ótimo e bom contra 45% de ruim e péssimo.
A pesquisa foi realizada entre 10 e 15 deste mês e ouviu 2.500 pessoas em 168 municípios, com margem de erro de +/- 2 pontos.
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copiado http://www.tijolaco.com.br/blog/oitotemer4

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