Milhares acompanham funeral de mortos em atentado de Damasco
Durante cerimônia, população gritou slogans de apoio ao presidente Assad
DAMASCO - Milhares de sírios participaram neste sábado do funeral das 44 mortas nos atentados suicidas, que abalaram Damasco na sexta-feira. Pessoas seguraram os caixões, todos cobertos com bandeiras nacionais, e cantaram slogans de apoio ao presidente Bashar al-Assad. Segundo o governo, os ataques foram organizados por terroristas e teriam ligação com a al-Qaeda. A oposição denuncia o próprio regime pelas mortes.
Os ataques a carro-bomba aconteceram apenas um dia depois de os observadores da Liga Árabe chegarem ao país. Para a oposição, os atentados foram uma manobra do governo para burlar o trabalho da missão árabe no país. Segundo ativistas, a maioria dos mortos seriam presos políticos, mas o regime garante que um general também foi assassinado no incidente.
O ataque é o primeiro do tipo na capital desde o início dos protestos contra o governo Assad, que vêm se concentrando em cidades como Hama, Homs, Deraa e Idlib. No mês passado, uma pequena explosão chegou a ser registrada perto de um prédio de inteligência em Damasco, mas os danos foram pequenos.
Produção de petróleo cai um terço após sanções
O ministro de Petróleo sírio, Sufian Alao, disse que a produção de petróleo país caiu entre 30 e 35% por causa das sanções impostas contra o regime. EUA, União Europeia e a Liga Árabe impuseram embargos contra Damasco, numa tentativa de pressionar o governo a acabar com a repressão, que já matou mais de 5 mil pessoas nos últimos nove meses.
- Reduzimos nossa produção e agora estamos importante produtos como gasolina, mas estamos com problemas nas trasações com bancos - disse Alao.
Os ataques a carro-bomba aconteceram apenas um dia depois de os observadores da Liga Árabe chegarem ao país. Para a oposição, os atentados foram uma manobra do governo para burlar o trabalho da missão árabe no país. Segundo ativistas, a maioria dos mortos seriam presos políticos, mas o regime garante que um general também foi assassinado no incidente.
O ataque é o primeiro do tipo na capital desde o início dos protestos contra o governo Assad, que vêm se concentrando em cidades como Hama, Homs, Deraa e Idlib. No mês passado, uma pequena explosão chegou a ser registrada perto de um prédio de inteligência em Damasco, mas os danos foram pequenos.
Produção de petróleo cai um terço após sanções
O ministro de Petróleo sírio, Sufian Alao, disse que a produção de petróleo país caiu entre 30 e 35% por causa das sanções impostas contra o regime. EUA, União Europeia e a Liga Árabe impuseram embargos contra Damasco, numa tentativa de pressionar o governo a acabar com a repressão, que já matou mais de 5 mil pessoas nos últimos nove meses.
- Reduzimos nossa produção e agora estamos importante produtos como gasolina, mas estamos com problemas nas trasações com bancos - disse Alao.
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