As cachoeiras mais incríveis do Brasil

As cachoeiras mais incríveis do Brasil

Conheça as melhores e mais belas cachoeiras do País para lavar a alma

Fernanda Castello Branco, especial para o iG | 25/03/2012 06:32

 

CACHOEIRA DO BURACÃO

Onde: Ibicoara (BA)



Foto: Flickr/Bart vanDorp
A Cachoeira do Buracão é um dos principais atrativos turísticos da Chapada Diamantina
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A Cachoeira do Buracão está em um dos destinos de ecoturismo mais procurados do Brasil: a Chapada Diamantina. São aproximadamente 80 metros de queda d'água, formada pelos rios Espalhado, Mucugezinho, Jiboia e Riachão das Pedras. O acesso é fácil, por meio de uma trilha tranquila, na qual banhos em outras cachoeiras, como a das Orquídeas, podem fazer parte do roteiro.

Há duas maneuras de chegar ao Buracão: através de uma ponte de madeira de 100 metros, atravessando os paredões de cânions, ou nadando contra a correnteza, com colete de segurança.

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CACHOEIRA DO VELOSO


Onde: Ilhabela (SP)

Da Cachoeira do Veloso o visitante tem uma das mais belas vistas de Ilhabela. Ela é a primeira de três cachoeiras, todas com cerca de 50 metros de queda, que se formam no mesmo rio. Para o deleite dos apaixonados por natureza, há até ducha natural para massagem nas costas.

A trilha que leva até a Cachoeira do Veloso começa na praia de mesmo nome. A caminhada é tranquila, não exige tantos esforços e dura cerca de 40 minutos.



CACHOEIRA DO TABULEIRO


Onde: Conceição do Mato Dentro (MG)


Foto: Flickr/Andrecx
A Cachoeira do Tabuleiro, em Conceição do Mato Dentro, é a mais alta de Minas de Gerais
Ela é a mais alta cachoeira de Minas Gerais e a terceira mais alta do Brasil. Fica em Conceição do Mato Dentro, na Área de Proteção Ambiental Serra do Intendente. A cerca de 180 quilômetros de Belo Horizonte, a Cachoeira do Tabuleiro tem 273 metros de queda d'água no meio de uma imensa parede de pedras.

O acesso não passa por caminhos tortuosos, mas a caminhada exige disposição, já que dura aproximadamente uma hora e meia. Se o percurso for feito em época de chuva, ele se torna mais difícil. O esforço vale a pena. Na base da cachoeira fica um poço que garante um banho maravilhoso, mas só para os que sabem nadar, já que é bastante fundo.

Vale destacar que a caminhada até a cachoeira deve ser feita com o acompanhamento de guias locais e há controle do número de visitantes por dia. O número máximo permitido é de 150 pessoas.

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CACHOEIRA DO VALE DO RIO MACACO


Onde: Chapada dos Veadeiros (GO)

A beleza do cenário faz com que o esforço para se chegar até o Vale do Rio Macaco seja bem recompensado, não apenas por uma cachoeira, mas por um complexo de cachoeiras e cânions com quase 100 metros de altura.

O percurso até o ponto final só é feito por veículos 4x4 (acesso pela GO-118, sentido Brasília) ou através de caminhadas por longas trilhas. No caminho, vale parar para conhecer a aldeia Arco-Íris, construída por angolanos em formato de aldeia indígena. É possível ficar hospedado em Alto Paraíso, a 37 quilômetros de lá, pela estrada de terra.

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CACHOEIRA DA CAVERNA E CACHOEIRA DE SÃO ROMÃO


Onde: Carolina (MA)


Foto: Flickr/deltafrut
Para chegar a belíssima Cachoeira de São Romão, a 70 km de Carolina (MA), é preciso um carro de tração 4x4
No sul do Maranhão, a cidade de Carolina é famosa por suas cachoeiras belíssimas. A Cachoeira da Caverna, a 30 quilômetros da cidade, se destaca pelo cenário inusitado: para se chegar até a queda d'água é preciso passar por uma caverna.

O acesso até a caverna não é fácil, pois exige um 4x4 até certo ponto e disposição para seguir o restante do caminho a pé, pois carros são vetados no trecho final. A cachoeira de São Romão fica um pouco mais distante, a 70 quilômetros de Carolina. Para chegar até ela, também é necessário um carro de tração 4x4. Ela está localizada no Rio Farinha, afluente do Tocantins.



CASCATAS DO RIO MIMOSO


Onde: Bonito (MS)

Beleza natural é o que não falta em Bonito. Paraíso ecológico no Mato Grosso do Sul, a cidade é famosa pela gruta de lago azul, mas suas cachoeiras também merecem visita. Entre elas, as cascatas do Rio Mimoso oferecem sete banhos diferentes. Agências locais organizam passeios até o lugar, já com o almoço incluído.

Outra opção em Bonito é visitar a Boca da Onça. Essa enche os olhos dos que adoram cachoeiras altas. É a mais alta da região, com 156 metros. Amantes de esportes de aventura costumam fazer rapel de seu topo até a base.

- Leia também: 15 razões para conhecer Bonito



CACHOEIRAS DO VALE DO ALCANTILADO


Onde: Visconde de Mauá (RJ)


Foto: Divulgação/www.viscondedemaua.com.br
A cachoeira do Escorrega é um tobogã natural em pedra
A Vila de Maromba é um charmoso vilarejo, localizado a 1.400 metros de altitude, na parte alta do Vale do Rio Preto, em Visconde de Mauá. Reduto de hippies nos anos 70, a região sempre teve em suas belas cachoeiras os maiores atrativos. Algumas são disputadas, especialmente no verão. Uma delas é a do Escorrega, que tem um tobogã natural, de pedra.

A dica é fugir um pouco das cachoeiras mais “pop” da região e aproveitar outras, ainda menos procuradas, mas tão bonitas quanto as mais badaladas. As nove cascatas do Vale do Alcantilado são acessíveis depois de uma caminhada de aproximadamente uma hora.

- Leia também: Romantismo certo em Visconde Mauá



CACHOEIRA DOS GARCIA


Onde: Aiuruoca (MG)

A cachoeira, localizada no sul de Minas Gerais, tem aproximadamente 30 metros de queda e acaba em um grande poço, onde o banho é delicioso. O acesso é por uma estrada de terra. A época em que as chuvas são mais frequentes, entre dezembro e fevereiro, a visita não é aconselhável.

Além da Cachoeira dos Garcia, há outras que também podem ser visitadas. Afinal, as quedas d´água são as principais estrelas do Vale do Matutu, nome dado à região. Mas para fazer o percurso pelas cachoeiras, é imprescindível ter carro próprio, pois não há transporte disponível para os turistas. Algumas trilhas exigem bom preparo físico.

 


Foto: Getty Images Ampliar
A Casca d'Anta é a maior queda do Rio São Francisco


CASCA D'ANTA


Onde: Serra da Canastra (MG)

A Casca d'Anta é a maior queda do rio São Francisco, formada quando o Rio da Integração Nacional deixa o seu "berço" na Serra da Canastra. A cachoeira fica em São José do Barreiro e tem 186 metros de queda d´água, descendo por uma parede de rocha com cerca de 340 metros de altura.

O Parque Nacional da Canastra, onde fica a Casca d'Anta, foi criado em 1972 para proteger a nascente do São Francisco. O acesso mais procurado pelos visitantes se dá pela cidade de São Roque de Minas, localizada a apenas oito quilômetros da portaria principal do parque. O horário de visitação do parque é das 8h às 18h, todos os dias.
  copiado http://www.ig.com.br/


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