Egito
Fotografia © REUTERS/Amr Abdallah Dalsh
As autoridades militares egípcias colocaram 179 pessoas em prisão
preventiva por 15 dias após os violentos confrontos entre manifestantes e
soldados de sexta-feira, junto ao Ministério da Defesa. Os confrontos
provocaram a morte de duas pessoas.
Após a detenção de 320
pessoas, as autoridades "decidiram manter 179 pessoas, entre as quais 13
mulheres, detidas por 15 dias, aguardando os resultados do inquérito",
indicou uma fonte militar à AFP.
Depois de cinco horas de interrogatórios durante a noite, os detidos foram acusados de agressão contra os soldados, reunião em zona militar e entrave aos trabalhos das forças armadas. Todos rejeitaram as acusações, segundo a mesma fonte.
Os confrontos de sexta-feira causaram dois mortos, centenas de feridos e detidos e a decisão de instaurar o recolher obrigatório na zona.
Um dos mortos provocados pelos confrontos no quarteirão de Abbassiya é o soldado Anuar Samir, 26 anos, que morreu com um tiro no abdómen, informou o subchefe do Serviço de Ambulâncias do Ministério da Saúde, Ahmed al Ansari.
O chefe do poder militar egípcio, o marechal Hussein Tantaoui, assistiu hoje ao funeral do soldado, não tendo prestado declarações.
Depois de cinco horas de interrogatórios durante a noite, os detidos foram acusados de agressão contra os soldados, reunião em zona militar e entrave aos trabalhos das forças armadas. Todos rejeitaram as acusações, segundo a mesma fonte.
Os confrontos de sexta-feira causaram dois mortos, centenas de feridos e detidos e a decisão de instaurar o recolher obrigatório na zona.
Um dos mortos provocados pelos confrontos no quarteirão de Abbassiya é o soldado Anuar Samir, 26 anos, que morreu com um tiro no abdómen, informou o subchefe do Serviço de Ambulâncias do Ministério da Saúde, Ahmed al Ansari.
O chefe do poder militar egípcio, o marechal Hussein Tantaoui, assistiu hoje ao funeral do soldado, não tendo prestado declarações.
Dos
296 feridos, 131 foram assistidos nos hospitais por feridas resultantes
de pedras, asfixia pela inalação de gases tóxicos e cortes diversos,
acrescentou Al Ansari, em declarações à agência noticiosa egípcia Mena. COPIADO : http://www.dn.pt
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