Procurador Geral se defende da acusação de omissão

 

O Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, defendeu-se, por meio de nota de sua assessoria, da acusação de omissão diante das revelações que levaram à prisão de Carlos Cachoeira e à representação por quebra de decoro contra o senador Demóstenes Torres no Conselho de Ética do Senado. Gurgel alega que recebeu somente no dia 9 de março, da Justiça Federal em Goiás, material relativo à Operação Monte Carlo, e que deu rápido andamento ao caso.

"Este material, agora sim, reunia indícios suficientes relacionados a pessoas com prerrogativa de foro e, assim, menos de 20 dias depois, em 27 de março, o Procurador-Geral da República requereu a instauração de inquérito no STF, anexando tudo o que recebeu nas duas oportunidades (Operações Vegas e Monte Carlo)" - diz o comunicado da assessoria de Gurgel.

O procurador vem sendo cobrado a dar explicações sobre a demora de sua atuação no caso. Na CPI, parlamentares governistas chegaram a exigir que ele fosse chamado a depor. "O procurador deve uma explicação à sociedade sobre porque demorou 4 anos para agir" - cobrou nesta quarta o ex-líder governista Cândido Vaccarezza (PT/SP).

Aos dirigentes da CPI, Gurgel argumentou que seu eventual depoimento à comissão pode levá-lo a ficar tecnicamente impedido de seguir no caso, já que é o titular da ação no Ministério Público.
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