WikiLeaks
Correa diz a Londres para retirar ameaças sobre Assange
por Texto da Agência Lusa, publicado por Patrícia ViegasHoje
Rafael Correa,
Presidente do Equador
Fotografia © Reuters
O Presidente do Equador, Rafael Correa, apelou ao Reino Unido para que
ponha fim às ameaças de detenção de Julian Assange, refugiado na
embaixada equatoriana em Londres, e manifestou-se disponível para
dialogar.
"Não esperamos desculpas, não
as pedimos, mas é necessário que o Reino Unido corrija o erro gravíssimo
de ameaçar o Equador de, eventualmente, violar a sua embaixada para
deter Assange", disse na terça-feira o presidente equatoriano, durante
uma conferência de imprensa em Guayaquil.
Correa sublinhou que, "ao ter recebido asilo por parte do Estado equatoriano", Assange, fundador do sítio de Internet WikiLeaks, "está sob a sua proteção" e "pode ficar indefinidamente na embaixada" do país sul-americano em Londres.
O presidente equatoriano afirmou que, "apesar da impertinência, falta de educação e inaceitável ameaça" do Reino Unido, o Equador permanece "aberto ao diálogo".
O fundador do WikiLeaks, que se refugiou nas instalações consulares equatorianas na capital britânica a 19 de junho, obteve asilo político do Equador na quinta-feira.
No mesmo dia, as autoridades britânicas indicaram que o asilo concedido a Assange "não mudava nada" sobre a determinação de Londres de o extraditar para a Suécia, que o reclama pela acusação da prática de violação e agressão sexual.
Correa sublinhou que, "ao ter recebido asilo por parte do Estado equatoriano", Assange, fundador do sítio de Internet WikiLeaks, "está sob a sua proteção" e "pode ficar indefinidamente na embaixada" do país sul-americano em Londres.
O presidente equatoriano afirmou que, "apesar da impertinência, falta de educação e inaceitável ameaça" do Reino Unido, o Equador permanece "aberto ao diálogo".
O fundador do WikiLeaks, que se refugiou nas instalações consulares equatorianas na capital britânica a 19 de junho, obteve asilo político do Equador na quinta-feira.
No mesmo dia, as autoridades britânicas indicaram que o asilo concedido a Assange "não mudava nada" sobre a determinação de Londres de o extraditar para a Suécia, que o reclama pela acusação da prática de violação e agressão sexual.
No
domingo, numa varanda da embaixada do Equador em Londres, Assange
agradeceu a todos os que o têm apoiado e pediu ao presidente dos Estados
Unidos, Barack Obama, para pôr termo à "caça às bruxas" contra ele e o
seu "site".
Assange teme, caso vá para a Suécia, ser depois extraditado para os Estados Unidos para ser julgado por espionagem, depois da divulgação de centenas de milhares de telegramas diplomáticos norte-americanos pelo WikiLeaks, em 2010, correndo o risco de ser condenado à morte.
copiado : http://www.dn.pt/
Assange teme, caso vá para a Suécia, ser depois extraditado para os Estados Unidos para ser julgado por espionagem, depois da divulgação de centenas de milhares de telegramas diplomáticos norte-americanos pelo WikiLeaks, em 2010, correndo o risco de ser condenado à morte.
copiado : http://www.dn.pt/
Nenhum comentário:
Postar um comentário