Reino Unido David Cameron exclui autonomia fiscal total para a Escócia
O primeiro-ministro
britânico, David Cameron, excluiu hoje uma autonomia fiscal total para a
Escócia, mas comprometeu-se a cumprir a promessa de dar mais poderes à
nação, num encontro em Edimburgo com a primeira-ministra escocesa,
Nicola Sturgeon.
Mundo
Lusa
O encontro entre os dois foi o primeiro desde as eleições
legislativas de 07 de maio, em que o Partido Nacionalista Escocês (SNP)
de Sturgeon elegeu 56 dos 59 deputados reservados à região no
parlamento britânico.
O governo conservador britânico vai cumprir as promessas de
transferência de novos poderes para a Escócia, assegurou Cameron,
precisando que as propostas da chamada Comissão Smith -- criada depois
do referendo sobre a independência escocesa, em que o "não" venceu o
"sim"' por 55% contra 45% -- "vão figurar no discurso da rainha e serão
seguidas integralmente".
O discurso da rainha, que enuncia o programa legislativo do governo, vai ser pronunciado por Isabel II a 27 de maio.
"Se alguém quiser fazer novas propostas, estou disposto a considerá-las", acrescentou.
O chefe do governo do Reino Unido afirmou no entanto que não é favorável a uma autonomia fiscal" da Escócia, uma divergência com Sturgeon, que quer uma "autonomia fiscal total", apesar de admitir que a questão não se coloca para já.
Uma vez aplicadas as propostas da Comissão Smith, sublinhou Cameron, o governo da Escócia controlará mais de 60% da sua despesa.
David Cameron repetiu por outro lado que o referendo de setembro sobre a independência foi "uma oportunidade que aparece uma vez na vida" e afastou a possibilidade de uma repetição, que "não está de todo no programa".
copiado http://www.noticiasaominuto.com
O discurso da rainha, que enuncia o programa legislativo do governo, vai ser pronunciado por Isabel II a 27 de maio.
"Se alguém quiser fazer novas propostas, estou disposto a considerá-las", acrescentou.
O chefe do governo do Reino Unido afirmou no entanto que não é favorável a uma autonomia fiscal" da Escócia, uma divergência com Sturgeon, que quer uma "autonomia fiscal total", apesar de admitir que a questão não se coloca para já.
Uma vez aplicadas as propostas da Comissão Smith, sublinhou Cameron, o governo da Escócia controlará mais de 60% da sua despesa.
David Cameron repetiu por outro lado que o referendo de setembro sobre a independência foi "uma oportunidade que aparece uma vez na vida" e afastou a possibilidade de uma repetição, que "não está de todo no programa".
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