Cristina Kirchner presta homagem ao jovem político Ivan Heyn

publicado em 21/12/2011 às 18h50:

Cristina Kirchner presta homagem ao
jovem político Ivan Heyn

Ivan foi encontrado morto em um quarto de hotel no uruguai durante a cúpula do Mercosul
EFE

argentinImagem do portal Perfil.com
O site Perfil.com noticiou a morte do subsecretário de Comércio Exterior da Argentina, Ivan Heyn, encontrado falecido nesta terça-feira (20) em Montevidéu, Uruguai

PublicidadeA presidente argentina, Cristina Fernández de Kirchner, prestou nesta quarta-feira (21) um tributo ao jovem Ivan Heyn, o subsecretário de Comércio Exterior de seu governo, que foi encontrado enforcado na última terça-feira (20) em um hotel de Montevidéu.
Secretário do governo argentino suicida-se em Montevidéu
A presidente, que também estava em Montevidéu quando soube da morte de Heyn, de apenas 33 anos, precisou ser atendida por um médico ao saber do ocorrido.
Nesta quarta-feira, durante um ato público transmitido pela rede nacional de rádio e televisão, a presidente fez um emocionante discurso em homenagem ao jovem político. "Quando me comunicaram de sua partida, fiquei sem ar e senti como se estivesse perdendo um filho", declarou Cristina, com emoção e algumas lágrimas, ao anunciar a promulgação de um decreto que limita o montante dos juros de créditos para aposentados.
Cristina Kirchner também dedicou a implementação deste decreto ao jovem Heyn, que tinha assumido o cargo no último dia 10 de dezembro e foi definido como um "militante e economista andarilho". Nesta quarta-feira, o corpo de Heyn foi repatriado por seu irmão, isso depois da liberação da Justiça uruguaia, informaram à Agência Efe fontes diplomáticas em Montevidéu.
O corpo do subsecretário está sendo velado em Buenos Aires, no bairro de Belgrano. A cerimônia de funeral do jovem político deverá ser acompanhado por um grande número de militantes do grupo peronista A Cámpora, o que Heyn pertencia, assim como outros funcionários do Governo. A presidente Cristina Kirchner ainda lembrou que a família de Heyn, de pai paraguaio e mãe argentina, perdeu "tudo" e se radicou na Espanha por conta da severa crise que a Argentina sofreu em 2001.
No entanto, o falecido funcionário ficou no país e fez um grande esforço para estudar e se dedicar à militância política. "Heyn fazia parte do grupo de milhares e milhares de jovens que são questionados pelo só fato de serem jovens, uma prática que tanto dano causou na política e no país", ressaltou.
A governante também apontou que na última terça-feira esteve "cruzado pela vida e a dor", já que pela manhã soube do nascimento de seu primeiro sobrinho-neto e, pela tarde, do falecimento de Hey, que foi encontrado enforcado no quarto que ocupava no hotel de Montevidéu. Heyn era integrante da Cámpora, o partido político juvenil do kirchnerismo, que foi criado por Máximo Kirchner, filho do falecido ex-presidente Néstor Kirchner e de sua esposa e sucessora no cargo, Cristina Kirchner.COPIADO : http://noticias.r7.com/brasil/

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