Para o ministro "não é possível existirem reacções [negativas] quando ganhou a melhor proposta"
Miguel Relvas: A provatização da EDP foi conduzido de "forma clara, objectiva e transparente"
Miguel Relvas
José Carlos Pratas
José Carlos Pratas
Miguel Relvas hoje em entrevista à SIC declarou que o critério que guiou o processo de privatização da EDP foi conduzido de "forma clara, objectiva e transparente". Desta forma o ministro Ministro dos Assuntos Parlamentares considerou que "não é possível existirem reacções [negativas] quando ganhou a melhor proposta", para Relvas as reacções negativas só podem existir quando se sente que não ganhou a melhor proposta, e esta foi para o ministro a melhor "no âmbito financeiro".
Diz Relvas que “uma decisão destas não pode estar dependente de questões culturais” e pediu para se olhar "para este investimento como algo positivo".
A empresa chinesa ofereceu 2,7 mil milhões, um valor que pode aumentar tendo em conta as intenções da empresa em investir e trazer dois bancos chineses para o país. Para trás ficaram Cemig, E-On e Electrobrás, o mesmo que dizer que para trás ficou Dilma Rousseff e Angela Merkel.
O Ministro sublinhou ainda a importância estratégica do negócio e deixou um recado aos portugueses para não temerem as restantes privatizações.
COPIADO : http://www.dn.pt/inicio
Diz Relvas que “uma decisão destas não pode estar dependente de questões culturais” e pediu para se olhar "para este investimento como algo positivo".
A empresa chinesa ofereceu 2,7 mil milhões, um valor que pode aumentar tendo em conta as intenções da empresa em investir e trazer dois bancos chineses para o país. Para trás ficaram Cemig, E-On e Electrobrás, o mesmo que dizer que para trás ficou Dilma Rousseff e Angela Merkel.
O Ministro sublinhou ainda a importância estratégica do negócio e deixou um recado aos portugueses para não temerem as restantes privatizações.
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