Veríssimo Pinto foi detido por suspeitas de envolvimento numa rede de tráfico de drogas e branqueamento de capitais
Presidente da Bolsa de Cabo Verde em prisão preventiva
O presidente da Bolsa de Valores de Cabo Verde e outros quatro suspeitos, detidos na terça-feira no âmbito de uma operação da Polícia Judiciária, vão ficar em prisão preventiva, disse hoje à Lusa fonte judicial.Veríssimo Pinto, duas mulheres e dois empresários tomaram conhecimento hoje à tarde das suas medidas de coação, aplicadas pelo Tribunal da Comarca da Praia, e ficarão todos em prisão preventiva, informou a mesma fonte.
Um terceiro empresário, identificado como Djoy Gonçalves, e um mestre de pesca, também detidos na terça-feira no âmbito da operação "Lancha Voadora", que há dois meses fez uma apreensão recorde de cocaína no arquipélago, ficarão proibidos de se ausentarem do país e estarão obrigados a apresentação periódica às autoridades.
A audição aos detidos, que na quarta-feira durou mais de seis horas, terminou já depois das 23:00 locais. Os detidos passaram depois a noite na prisão e só hoje à tarde conheceram as medidas de coação.
O presidente da bolsa de valores, Veríssimo Pinto, foi detido na terça-feira no âmbito da operação "Lancha Voadora", que resultou também na detenção de dois empresários da construção civil, do também empresário Djoy Gonçalves, de um mestre de pesca e de duas mulheres, a mãe e a irmã de Paulo Pereira e Carlos Gil Gomes Silva, ambos presos desde Outubro no âmbito das mesmas investigações (o terceiro é Quirino Manuel dos Santos).
As detenções ocorreram na sequência de buscas da Polícia Judiciária a empresas e residências, onde foram encontrados "documentos comprometedores", que estabelecem ligações dos suspeitos à rede de tráfico de drogas e branqueamento de capitais.
COPIADO : http://www.dn.pt/inicio
Um terceiro empresário, identificado como Djoy Gonçalves, e um mestre de pesca, também detidos na terça-feira no âmbito da operação "Lancha Voadora", que há dois meses fez uma apreensão recorde de cocaína no arquipélago, ficarão proibidos de se ausentarem do país e estarão obrigados a apresentação periódica às autoridades.
A audição aos detidos, que na quarta-feira durou mais de seis horas, terminou já depois das 23:00 locais. Os detidos passaram depois a noite na prisão e só hoje à tarde conheceram as medidas de coação.
O presidente da bolsa de valores, Veríssimo Pinto, foi detido na terça-feira no âmbito da operação "Lancha Voadora", que resultou também na detenção de dois empresários da construção civil, do também empresário Djoy Gonçalves, de um mestre de pesca e de duas mulheres, a mãe e a irmã de Paulo Pereira e Carlos Gil Gomes Silva, ambos presos desde Outubro no âmbito das mesmas investigações (o terceiro é Quirino Manuel dos Santos).
As detenções ocorreram na sequência de buscas da Polícia Judiciária a empresas e residências, onde foram encontrados "documentos comprometedores", que estabelecem ligações dos suspeitos à rede de tráfico de drogas e branqueamento de capitais.
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