hoje às 11h34
O governo do Brasil
ainda está em alerta em relação às denúncias de maus-tratos, invasão de
casas, mortes de gado e expulsões ocorridas, no mês passado, contra
brasileiros que vivem na fronteira com a Bolívia. Os atos teriam partido
de militares.
O governo boliviano alegou que a situação está sob
controle e afirmou que investiga de quem partiu a ordem para atacar os
brasileiros. Segundo as autoridades, a ordem para os militares não foi
dada pelo gabinete do presidente da Bolívia, Evo Morales.
“O que
nos foi dito é que a ordem não foi dada por La Paz [em uma referência ao
gabinete presidencial] e que as autoridades investigam de quem partiu a
determinação para o ataque”, disse o porta-voz do Ministério das
Relações Exteriores do Brasil, Tovar Nunes. “Também é importante
informar que temos dados que [indicam que] a situação está mais
tranquila”, completou.
No último dia 30, o ministro das Relações
Exteriores brasileiro, Antonio Patriota, disse que o assunto virou
prioridade para o governo da Bolívia. Segundo ele, os vice-ministros das
Relações Exteriores do Brasil e da Bolívia reuniram-se para conversar
sobre o tema e as autoridades bolivianas se comprometeram a investigar o
assunto.
No final de abril, o encarregado da Embaixada do Brasil
na Bolívia, diplomata Eduardo Sabóia, acompanhado por policiais federais
e integrantes do governo do Acre, foi até a cidade de Capixaba, a 77
quilômetros de Rio Branco, a capital do Acre, e entrou em contato com as
autoridades bolivianas. A equipe brasileira visitou o local onde vivem
os brasileiros, que disseram ter sido agredidos.
De acordo com
diplomatas que acompanham o assunto, um das origens da crise é uma lei
da Bolívia que estabelece que estrangeiros não podem ser proprietários
de terras em uma faixa de 50 quilômetros em relação à linha de
fronteira. Há um esforço dos governos brasileiro e boliviano para
retirar, de forma pacífica, os produtores rurais brasileiros que vivem
na região.
O governo do Brasil
ainda está em alerta em relação às denúncias de maus-tratos, invasão de
casas, mortes de gado e expulsões ocorridas, no mês passado, contra
brasileiros que vivem na fronteira com a Bolívia. Os atos teriam partido
de militares.
O governo boliviano alegou que a situação está sob controle e afirmou que investiga de quem partiu a ordem para atacar os brasileiros. Segundo as autoridades, a ordem para os militares não foi dada pelo gabinete do presidente da Bolívia, Evo Morales.
“O que nos foi dito é que a ordem não foi dada por La Paz [em uma referência ao gabinete presidencial] e que as autoridades investigam de quem partiu a determinação para o ataque”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, Tovar Nunes. “Também é importante informar que temos dados que [indicam que] a situação está mais tranquila”, completou.
No último dia 30, o ministro das Relações Exteriores brasileiro, Antonio Patriota, disse que o assunto virou prioridade para o governo da Bolívia. Segundo ele, os vice-ministros das Relações Exteriores do Brasil e da Bolívia reuniram-se para conversar sobre o tema e as autoridades bolivianas se comprometeram a investigar o assunto.
No final de abril, o encarregado da Embaixada do Brasil na Bolívia, diplomata Eduardo Sabóia, acompanhado por policiais federais e integrantes do governo do Acre, foi até a cidade de Capixaba, a 77 quilômetros de Rio Branco, a capital do Acre, e entrou em contato com as autoridades bolivianas. A equipe brasileira visitou o local onde vivem os brasileiros, que disseram ter sido agredidos.
De acordo com diplomatas que acompanham o assunto, um das origens da crise é uma lei da Bolívia que estabelece que estrangeiros não podem ser proprietários de terras em uma faixa de 50 quilômetros em relação à linha de fronteira. Há um esforço dos governos brasileiro e boliviano para retirar, de forma pacífica, os produtores rurais brasileiros que vivem na região.
O governo boliviano alegou que a situação está sob controle e afirmou que investiga de quem partiu a ordem para atacar os brasileiros. Segundo as autoridades, a ordem para os militares não foi dada pelo gabinete do presidente da Bolívia, Evo Morales.
“O que nos foi dito é que a ordem não foi dada por La Paz [em uma referência ao gabinete presidencial] e que as autoridades investigam de quem partiu a determinação para o ataque”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, Tovar Nunes. “Também é importante informar que temos dados que [indicam que] a situação está mais tranquila”, completou.
No último dia 30, o ministro das Relações Exteriores brasileiro, Antonio Patriota, disse que o assunto virou prioridade para o governo da Bolívia. Segundo ele, os vice-ministros das Relações Exteriores do Brasil e da Bolívia reuniram-se para conversar sobre o tema e as autoridades bolivianas se comprometeram a investigar o assunto.
No final de abril, o encarregado da Embaixada do Brasil na Bolívia, diplomata Eduardo Sabóia, acompanhado por policiais federais e integrantes do governo do Acre, foi até a cidade de Capixaba, a 77 quilômetros de Rio Branco, a capital do Acre, e entrou em contato com as autoridades bolivianas. A equipe brasileira visitou o local onde vivem os brasileiros, que disseram ter sido agredidos.
De acordo com diplomatas que acompanham o assunto, um das origens da crise é uma lei da Bolívia que estabelece que estrangeiros não podem ser proprietários de terras em uma faixa de 50 quilômetros em relação à linha de fronteira. Há um esforço dos governos brasileiro e boliviano para retirar, de forma pacífica, os produtores rurais brasileiros que vivem na região.
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