Pausa na política, pela História: Síria retoma Palmyra, monumento mundial, das mãos do Isis
Ainda não terminou, a batalha ainda prossegue. Mas a sorte está
lançada e o Exército Sírio retomou o controle das áreas históricas da
cidade de Palmyra, patrimônio cultural da humanidade pela Unesco,
controlada desde...

Ainda não terminou, a batalha ainda prossegue.
Mas a sorte está lançada e o Exército Sírio retomou o controle das áreas históricas da cidade de Palmyra, patrimônio cultural da humanidade pela Unesco, controlada desde maio de 2015 – e destruída, em grande parte – pelos terroristas do Exército Islâmico.
Parabéns, em nome de toda a humanidade, aos homens e às mulheres que retiraram esta jóia, que pertence ao mundo e está sob a inalienável guarda do Governo legal da Síria, das mãos de bandidos que gostam de sangrar pescoços e destruir tudo o que acham que não é da sua fé.
Matar a história humana é matar os próprios seres humanos e matar de novo seus ancestrais que, por séculos ou milênios, construíram as suas marcas sobre a Terra.
E quando esta gerra absurda passar, o mundo deve se mobilizar para ajudar os sírios a reerguer, pedra por pedra, aquilo que a estupidez destruiu.
Somos uma só humanidade, independente de credo, língua, lugar ou cor da pele. E partilhamos a mesma história que, apesar dos monstros que querem dar passos para trás, caminha para a frente.
copiado http://tijolaco.com.br/
Ainda não terminou, a batalha ainda prossegue.
Mas a sorte está lançada e o Exército Sírio retomou o controle das áreas históricas da cidade de Palmyra, patrimônio cultural da humanidade pela Unesco, controlada desde maio de 2015 – e destruída, em grande parte – pelos terroristas do Exército Islâmico.
Parabéns, em nome de toda a humanidade, aos homens e às mulheres que retiraram esta jóia, que pertence ao mundo e está sob a inalienável guarda do Governo legal da Síria, das mãos de bandidos que gostam de sangrar pescoços e destruir tudo o que acham que não é da sua fé.
Matar a história humana é matar os próprios seres humanos e matar de novo seus ancestrais que, por séculos ou milênios, construíram as suas marcas sobre a Terra.
E quando esta gerra absurda passar, o mundo deve se mobilizar para ajudar os sírios a reerguer, pedra por pedra, aquilo que a estupidez destruiu.
Somos uma só humanidade, independente de credo, língua, lugar ou cor da pele. E partilhamos a mesma história que, apesar dos monstros que querem dar passos para trás, caminha para a frente.
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