Após três dias de silêncio sobre o massacre que resultou na morte de
56 presos e na fuga de mais de 150 detentos do Complexo Penitenciário
Anísio Jobim, em Manaus (AM), Michel Temer abriu a reunião com ministros
da área de segurança para discutir o assunto dizendo que a tragédia foi
um "acidente pavoroso"; "Quero numa primeira fala, mais uma vez,
solidarizar-me com as famílias que tiveram seus presos vitimados naquele
acidente pavoroso que ocorreu no presídio de Manaus", disse; Temer
também culpou o governo do Amazonas pelo ocorrido: "Vocês sabem que lá
em Manaus o presídio era terceirizado, era privatizado e, portanto, não
houve, por assim dizer, uma responsabilidade muito objetiva, muito
clara, muito definida dos agentes estatais", comentou, como se a
privatização não tivesse sido uma decisão de agentes estatais; fala
repercutiu muito mal nas redes sociais
azonas pelo
ocorrido: "Vocês sabem que lá em Manaus o presídio era terceirizado, era
privatizado e, portanto, não houve, por assim dizer, uma
responsabilidade muito objetiva, muito clara, muito definida dos agentes
estatais", comentou, como se a privatização não tivesse sido uma
decisão de agentes estatais; fala repercutiu muito mal nas redes sociais
5 de Janeiro de 2017 às 11:12 //
247 - Após três dias de silêncio sobre a chacina que
resultou a morte de 56 presos e na fuga de mais de 150 detentos do
Complexo Penitenciário Anísio Jobim, em Manaus (AM), Michel Temer abriu a
reunião com ministros da área de segurança para discutir o assunto
dizendo que o massacre foi um "acidente pavoroso". Ele também jogou a
responsabilidade da chacina para o governo do Amazonas.
Ele também prestou solidariedade às famílias das vítimas ao afirmar
querer “ numa primeira fala, mais uma vez, solidarizar-me com as
famílias que tiveram seus presos vitimados naquele acidente pavoroso que
ocorreu no presídio de Manaus". "É uma solidariedade governamental e
tenho certeza de que apadrinhada por aqueles que aqui se acham",
completou.
Temer também culpou o governo do Amazonas pela tragédia. Segundo ele,
o presídio de Manaus é privatizado e que por isso, a responsabilidade
do governo estadual ainda não está muito "clara" e "objetiva". “Vocês
sabem que lá em Manaus o presídio era terceirizado, era privatizado e,
portanto, não houve, por assim dizer, uma responsabilidade muito
objetiva, muito clara, muito definida dos agentes estatais”, disse o
presidente.
Participam da reunião desta
quinta-feira (5) os ministros das Relações Exteriores, José Serra),
Justiça, Alexandre de Moraes, Defesa, Raul Jungmann, Segurança
Institucional, Sérgio Etchegoyen e da Casa Civil, Eliseu Padilha.
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