Investigados, Jucá e Henrique Alves devem dançar "Como, em tese, ninguém foi convidado oficialmente, e muito menos confirmado, não haverá supresa se houver mudanças de rumo no Planejamento, Turismo e outras pastas", acrescenta. Leia na íntegra o texto.

Investigados, Jucá e Henrique Alves devem dançar

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Quem afirma é a jornalista Helena Chagas, do blog Os Divergentes; segundo ela, o vice-presidente Michel Temer tem sido aconselhado a não nomear ministros investigados na operação Lava Jato; argumento dos conselheiros de Temer é que, depois da decisão do STF de afastar Eduardo Cunha, ninguém mais está a salvo; "E que a tendência da Suprema Corte, agora, é tratar todos os políticos com rigor. Nomear ministros que daqui a algumas semanas ou poucos meses podem se transformar em réus seria um constrangimento desnecessário", diz ela; Romero Jucá no Planejamento, Eliseu Padilha na Casa Civil, Geddel Vieira Lima na articulação política e Henrique Eduardo Alves no Turismo não estariam mais confirmados
6 de Maio de 2016 às 20:42
247 - A jornalista Helena Chagas afirmou nesta sexta-feira, 6, que o vice-presidente Michel Temer tem sido aconselhado a não nomear ministros investigados  na operação Lava Jato, o que pode provocar um redesenho quase completo no seu quadro de ministeriáveis, considerando que o Senado aprove a abertura do impeachment da presidente Dilma Rousseff, afastando-a por 180 dias do cargo até o julgamento do mérito.
"A situação dos amigos mais próximos de Temer também parecia definida, com Romero Jucá no Planejamento, Eliseu Padilha na Casa Civil, Geddel Vieira Lima na articulação política e Henrique Eduardo Alves no Turismo. Nas últimas horas, porém, cresceu número dos que alertam Temer para pensar duas vezes antes de nomear investigados na Lava Jato – caso de Romero Jucá e Henrique Alves. Geddel foi mencionado colateralmente", diz Chagas.
Segundo a jornalista do blog Os Divergentes, o argumento dos conselheiros de Temer é que, depois da decisão do STF de afastar Eduardo Cunha, ninguém mais está a salvo de nada. "E que a tendência da Suprema Corte, agora, é tratar todos os políticos com rigor. Nomear ministros que daqui a algumas semanas ou poucos meses podem se transformar em réus seria um constrangimento desnecessário", diz ela.
"Como, em tese, ninguém foi convidado oficialmente, e muito menos confirmado, não haverá supresa se houver mudanças de rumo no Planejamento, Turismo e outras pastas", acrescenta.
Leia na íntegra o texto.

 copiado http://www.brasil247.com/pt

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