Kim Kataguiri, um dos líderes do Movimento Brasil Livre (MBL), disse
nesta quinta (5) que nunca apoiou ou foi aliado do presidente da Câmara
dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ); a manifestação veio após as
críticas que Kataguiri recebeu nas redes sociais, de que estaria
“tirando o corpo fora” ao endossar a decisão do Supremo Tribunal Federal
(STF), que suspendeu as atividades de Eduardo Cunha por uma liminar
conferida pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato; segundo
Kataguiri, a relação com o presidente da Câmara sempre foi
“institucional”; Kim se reuniu várias vezes com Cunha
247 - Kim Kataguiri, um dos líderes do Movimento
Brasil Livre (MBL), disse nesta quinta-feira (5) que nunca apoiou ou foi
aliado do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A
manifestação veio após as críticas que Kataguiri recebeu nas redes
sociais, de que estaria “tirando o corpo fora” ao endossar a decisão do
Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu as atividades de Eduardo
Cunha por uma liminar conferida pelo ministro Teori Zavascki, relator da
Lava Jato.
Segundo Kataguiri, a relação com o presidente da Câmara sempre foi “institucional”.
“A primeira vez que nos reunimos com ele, aquela da famosa foto com
parlamentares de oposição, foi quando protocolamos o pedido de
impeachment da presidente Dilma”, disse.
Kataguiri apareceu em mais de uma ocasião ao lado de Eduardo Cunha.
Questionado, frisou que seu intuito era garantir o andamento do processo
de impeachment. “A relação sempre fui institucional: primeiro, para
protocolar a denúncia, depois, para cobrar celeridade no processo”.
Kataguiri foi alvo de críticas ao longo do dia. Por volta das 12h,
ele publicou diversas mensagens favoráveis não só a suspensão, mas a uma
eventual cassação e prisão de Cunha. Desde então, centenas de usuários
do Twitter e do Facebook passaram a criticá-lo por sua posição,
considerada oportunista.
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