Professores de direito, juristas, advogados, parem de discutir
Direito Penal e fundamentos da prisão preventiva! Esqueçam o que
aprenderam. Vale hoje no Brasil a “jurisprudência” daqueles comissários
de política dos anos 50: “mete este...
Professores de direito, juristas, advogados, parem de discutir Direito Penal e fundamentos da prisão preventiva!
Esqueçam o que aprenderam.
Vale hoje no Brasil a “jurisprudência” daqueles comissários de política dos anos 50: “mete este desgraçado na cadeira e diz que só sai quando disse tudo o que eu quero ouvir!”
O Dr. Sérgio Moro mandou prender João Santana e Monica Moura, sua mulher, em fevereiro deste ano.
Eram, portanto, um risco à sociedade e/ou ao andamento da ação da Justiça.
Mas, finalmente, depois de metade de um ano de “cana”, os dois converteram-se de demônios em anjos. Monica foi solta e Moro já avisa que fará o mesmo com o marqueteiro.
Falaram o que deles se queria ouvir e, portanto, passaram a ser do time dos “bonzinhos”, com seus milhões de dólares.
Antes de falarem, eram os “malvados” com seus milhões de dólares.
Com seis meses de cadeia não é difícil conseguir uma confissão contra qualquer um.
E movimentando tanto dinheiro é simples dizer que algum dele é “por fora”, camuflado em outros contratos, mesmo que o valor oficial já seja muito generoso e capaz de cobrir, com muita sobra, os serviços efetivamente prestados.
Presidamos mudar urgentemente o ensino de Direito no Brasil, para acolher esta mudança na lei, para incluir, com mesóclise e tudo, o novo dispositivo legal: “prender-se-á aquele que for acusado, por tempo indeterminado, até que diga o que se quer ouvir sobre aqueles que o juiz deseja alcançar”.
Aquele comissários, de camisa aberta, cordão de ouro e palito nos dentes eram visionários!
PS. Depois de escrever o post, vejo no Estadão que a soltura também beneficiou João Santana. E lá está a espetacular definição da defesa de ambos para a soltura: “O advogado (do casal) explicou que as solturas não têm relação com os depoimentos de delação premiada dos dois, mas com o fato de o juiz ter entendido que não há mais razões para manter a prisão preventiva, uma vez que estão colaborando. Colaborando, como, senão pela delação? Vão cuidar do marketing de Moro?
copiado http://www.tijolaco.com.br/blog
Professores de direito, juristas, advogados, parem de discutir Direito Penal e fundamentos da prisão preventiva!
Esqueçam o que aprenderam.
Vale hoje no Brasil a “jurisprudência” daqueles comissários de política dos anos 50: “mete este desgraçado na cadeira e diz que só sai quando disse tudo o que eu quero ouvir!”
O Dr. Sérgio Moro mandou prender João Santana e Monica Moura, sua mulher, em fevereiro deste ano.
Eram, portanto, um risco à sociedade e/ou ao andamento da ação da Justiça.
Mas, finalmente, depois de metade de um ano de “cana”, os dois converteram-se de demônios em anjos. Monica foi solta e Moro já avisa que fará o mesmo com o marqueteiro.
Falaram o que deles se queria ouvir e, portanto, passaram a ser do time dos “bonzinhos”, com seus milhões de dólares.
Antes de falarem, eram os “malvados” com seus milhões de dólares.
Com seis meses de cadeia não é difícil conseguir uma confissão contra qualquer um.
E movimentando tanto dinheiro é simples dizer que algum dele é “por fora”, camuflado em outros contratos, mesmo que o valor oficial já seja muito generoso e capaz de cobrir, com muita sobra, os serviços efetivamente prestados.
Presidamos mudar urgentemente o ensino de Direito no Brasil, para acolher esta mudança na lei, para incluir, com mesóclise e tudo, o novo dispositivo legal: “prender-se-á aquele que for acusado, por tempo indeterminado, até que diga o que se quer ouvir sobre aqueles que o juiz deseja alcançar”.
Aquele comissários, de camisa aberta, cordão de ouro e palito nos dentes eram visionários!
PS. Depois de escrever o post, vejo no Estadão que a soltura também beneficiou João Santana. E lá está a espetacular definição da defesa de ambos para a soltura: “O advogado (do casal) explicou que as solturas não têm relação com os depoimentos de delação premiada dos dois, mas com o fato de o juiz ter entendido que não há mais razões para manter a prisão preventiva, uma vez que estão colaborando. Colaborando, como, senão pela delação? Vão cuidar do marketing de Moro?
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