Gilmar julga no Tribunal da Jovem Pan e diz que Lewandowski é “vergonhoso”. Assista vídeo
Gilmar Mendes,o o homem mais poderoso do Brasil, destratou e
ofendeu o ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça. Entrevistado
pelo “promotor” Marco Antonio Villa, Gilmar voltou a falar como fala –
na definição insuspeita...

Gilmar Mendes,o o homem mais poderoso do Brasil, destratou e ofendeu o ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça.
Entrevistado pelo “promotor” Marco Antonio Villa, Gilmar voltou a falar como fala – na definição insuspeita de Joaquim Barbosa – com os seus capangas lá do Mato Grosso.
E, de novo, ignorou a Lei Orgânica da Magistratura que proíbe emitir juízo prévio sobre causas que estejam, como está o “fatiamento” da decisão que cassou o mandato, mas não os diretos políticos, de Dilma Rousseff.
Durante anos a fio o Supremo assistiu acovardado, exceto naquela briga com Joaquim Barbosa, Gilmar Mendes praticar todo tipo de quebra de decoro, prepotência e abusos.
Agora, falta pouco para Lewandowski e os outros ministros que ousarem discordar dele serem estapeados em praça pública.
Estapeados fisicamente, bem entendido, porque moralmente já estão sendo há tempos.
Gilmar julga no Tribunal da Jovem Pan e diz que Lewandowski é “vergonhoso”. Assista
Gilmar Mendes,o o homem mais poderoso do Brasil, destratou e ofendeu o ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça.
Entrevistado pelo “promotor” Marco Antonio Villa, Gilmar voltou a falar como fala – na definição insuspeita de Joaquim Barbosa – com os seus capangas lá do Mato Grosso.
E, de novo, ignorou a Lei Orgânica da Magistratura que proíbe emitir juízo prévio sobre causas que estejam, como está o “fatiamento” da decisão que cassou o mandato, mas não os diretos políticos, de Dilma Rousseff.
“Considero essa decisão
constrangedora, é verdadeiramente vergonhosa. Um presidente do Supremo
(então, Lewandowski) não deveria participar de manobras ou de
conciliábulos. Portanto não é uma decisão dele. Cada um faz com sua
biografia o que quiser, mas não deveria envolver o Supremo nesse tipo de
prática”
Em outro trecho, que não está no que reproduzo abaixo, diz que a
decisão do Senado, presidido ali por Lewandowski “não passa na prova dos
9 do jardim de infância do direito constitucional.”Durante anos a fio o Supremo assistiu acovardado, exceto naquela briga com Joaquim Barbosa, Gilmar Mendes praticar todo tipo de quebra de decoro, prepotência e abusos.
Agora, falta pouco para Lewandowski e os outros ministros que ousarem discordar dele serem estapeados em praça pública.
Estapeados fisicamente, bem entendido, porque moralmente já estão sendo há tempos.
A denúncia “Leite Glória” da Força Tarefa desmancha-se nas suas contradições
A Folha de S. Paulo chama a atenção, hoje, para uma contradição
evidente na “denúncia power point” apresentada semana passada por Deltan
Dallagnol e & Cia contra Lula. É que ela se apóia em...
“Prévia do PIB”: nova queda, em lugar da alta “esperada”
Dá vontade de escrever, aos moldes dos títulos de nossa grande imprensa:
“PIB cai, apesar da recuperação econômica”.
Pois não é outra a leitura do IBCR divulgado hoje pelo Banco Central.
Queda de 0,09%, quando o “mercado” esperava alta de 0,3%, na média.
A “melhora” no acumulado nos sete primeiros meses do ano, para não dizer que é falsa, é pífia: de -5.65% em janeiro/julho de 2015 para, -5,61% no período igual de 2016.
É claro que o ano não se encerrará neste patamar, porque o segundo semestre é comparação de desastre com hecatombe.
Na coluna de Miriam Leitão lê-se um cândido ” a atividade está distante do seu pico”.
Até o dono do botequim da esquina sabe disso.
Os estados, falidos, correm atrás do que lhes restou: autorização para endividarem-se em mais R$ 20 bilhões.
Como já não tem para pagarem o que deve, com suas arrecadações em queda generalizada (veja a tabela acima, publicada pelo Valor), imagine-se o custo do dinheiro.
E, é claro, para gastar no custeio, não em investimentos, que gerem renda e emprego.
Mesmo a PEC do Garrote, que limita o gasto público à inflação não reduz, nos primeiros tempos, o crescimento do déficit: se a despesa sobe tanto quanto a inflação e a receita cresce menos do que esteindice, um garoto de primário conclui que o déficit aumenta.
Isso sem contar o “efeito terror”, que a Folha registra hoje: um aumento de 25% nos pedidos de aposentadoria, elevando o déficit da previdência no curto prazo.
copiado http://www.tijolaco.com.br/blog
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