Cuba denuncia “planos subversivos” dos EUA em meio à distensão diplomática
Raúl Castro participa de Cúpula dos Países Não Alinhados en 17 de setembro de 2016 - AFP
O presidente de Cuba, Raúl Castro, denunciou planos
“subversivos e de ingerência” dos Estados Unidos que impedem a
normalização das relações bilaterais, ao intervir neste sábado durante a
cúpula do Movimento de Países Não Alinhados (NOAL, na sigla em inglês)
na Venezuela.
Castro exigiu o final dessas ações que não detalhou, além da suspensão do embargo econômico vigente desde 1962 e a devolução do território de Guantánamo.
“Sem isso não poderá haver relações normais, como também não será possível se não se colocar fim a outras políticas ainda vigentes que são lesivas à soberania de Cuba, como os programas subversivos e de ingerência”, declarou o líder de 85 anos na Isla Margarita.
Castro disse que o governo socialista quer ter “relações de convivência civilizada” com Estados Unidos, mas que não renunciará “a um só de seus princípios” nem realizará “concessões inerentes à sua soberania e independência”.
COPIADO http://istoe.com.br/
Castro exigiu o final dessas ações que não detalhou, além da suspensão do embargo econômico vigente desde 1962 e a devolução do território de Guantánamo.
“Sem isso não poderá haver relações normais, como também não será possível se não se colocar fim a outras políticas ainda vigentes que são lesivas à soberania de Cuba, como os programas subversivos e de ingerência”, declarou o líder de 85 anos na Isla Margarita.
Castro disse que o governo socialista quer ter “relações de convivência civilizada” com Estados Unidos, mas que não renunciará “a um só de seus princípios” nem realizará “concessões inerentes à sua soberania e independência”.
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