Maduro será anfitrião da cúpula de Países não Alinhados
ILHA
MARGARITA - Em meio à pior crise econômica que a Venezuela enfrenta, o
presidente Nicolás Maduro será anfitrião da 17ª cúpula do Movimento de
Países não Alinhados na Ilha Margarita. O evento, que será realizado a
partir desta terça-feira, será uma oportunidade para o venezuelano
contestar a oposição que tenta tirá-lo do poder.
O presidente venezuelano disse que o “o império se desespera e não sabe respeitar a dignidade dos povos” , se referindo indiretamente aos Estados Unidos.
— A Venezuela se prepara para receber a presidência do Movimento de Países não Alinhados e aqui estou para receber a bandeira e a tocha do do evento — disse Maduro.
Maduro receberá do presidente iraniano, Hasan Rouhani, a presidência temporária do grupo fundado em 1961, para conduzi-lo pelos próximos três anos tendo como base seus objetivos de autodeterminação e a solução de conflitos sem uso da força.
Por sua vez, a oposição, que busca convocar um referendo revocatório contra Maduro, espera que os países participantes ponham especial atenção à crise econômica que atravessa a Venezuela, quando a população enfrentar enormes filas para conseguira alimentos e remédios.
Uma das ações mais comentadas pelos venezuelanos nos últimos dia foi a divulgação por um jornal local de uma estátua do presidente Hugo Chávez que seria exibida durante a cúpula.
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O presidente venezuelano disse que o “o império se desespera e não sabe respeitar a dignidade dos povos” , se referindo indiretamente aos Estados Unidos.
— A Venezuela se prepara para receber a presidência do Movimento de Países não Alinhados e aqui estou para receber a bandeira e a tocha do do evento — disse Maduro.
Maduro receberá do presidente iraniano, Hasan Rouhani, a presidência temporária do grupo fundado em 1961, para conduzi-lo pelos próximos três anos tendo como base seus objetivos de autodeterminação e a solução de conflitos sem uso da força.
Por sua vez, a oposição, que busca convocar um referendo revocatório contra Maduro, espera que os países participantes ponham especial atenção à crise econômica que atravessa a Venezuela, quando a população enfrentar enormes filas para conseguira alimentos e remédios.
Uma das ações mais comentadas pelos venezuelanos nos últimos dia foi a divulgação por um jornal local de uma estátua do presidente Hugo Chávez que seria exibida durante a cúpula.
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